Certa altura, por motivos amorosos, vi-me perante uma situação que me obrigou a mudar alguns hábitos. Decidi que para melhor concentrar na minha felicidade, teria de me afastar de vários amigos, que de certa forma me ligavam a uma ex-namorada. Motivado a encontrar um novo rumo, teria que começar a dar os primeiros passos. Divertir-me certo? Sobretudo ocupar os pensamentos com outras coisas, outras sensações. Comecei a sair sozinho. Em baixo deixo alguns apontamentos em relação às vantagens da minha decisão.
Quando sofremos há a tendência de nos privarmos de uma série de coisas boas. Parece que o sofrimento sabe bem. Primeira coisa, não nos devemos privar de sair. Devemos ser enérgicos e não deixar de ir a sítios que gostámos. Se à primeira vista, parece não haver alguém para convidar, isso que não nos demova na nossa vontade. Como amante de música que sou, juntei o útil ao agradável, saía quase sempre para ir a concertos. Vi imensos e bons. Quando falo em sair, tanto pode ser uma saída deste género, como simplesmente sair para fazer algum exercício. Sim, correr, respirar ar fresco, sentir o corpo mais solto. Por vezes estarmos metidos no quarto dias inteiros, impossibilita-nos de ver que estamos a ceder a uma prisão.
Feita a decisão correcta, há que preparar para o grande dia (sim toca a encarar todos desta forma). Isso obriga a que nos arranjemos mais. Incentiva a uma maior auto-estima, assim como alguma vaidade que também é importante. Um banho fresco, fazer a barba e vamos lá enfrentar o mundo. Sempre é melhor que o tempo perdido em debate com os nossos próprios pensamentos.
Chegados a algum lado, não devemos ter problemas em falar com desconhecidos. Nem que seja cumprimentar alguém, sorrir etc. A atitude arrogante e a raiva contra o mundo que fiquem em casa. Ao estarmos mais abertos aos outros, mais facilmente surgirão novas amizades. O simples facto de se trocar duas frases com alguém, numa paragem de autocarro, já ajuda a que nos sintamos melhor. Ser-se simpático não custa muito.
Para além da nossa disposição quando saímos, algum trabalho pode ser feito em casa. Na internet, participar em fóruns, outras redes sociais como myspace, facebook, etc. pode trazer muitas vantagens. Rapidamente se descobrem pessoas novas com gostos semelhantes aos nossos. Mas atenção, demasiado tempo online e pouco tempo na rua, não é muito saudável. Se uma coisa levar a outra, óptimo.
Em pouco tempo teremos novos grupos de amigos ao nosso lado para enfrentar o futuro. Foi o que me aconteceu. Acabei por conhecer pessoas novas. Até cimentei projectos profissionais com algumas delas. Mesmo que não surjam amizades nos primeiros tempos, de certeza que uma atitude mais positiva vai-nos fazer sentir melhor. Melhorar a forma como nos relacionamos com os outros. Mais sorrisos recebidos, mais alento no coração.
Quando sofremos há a tendência de nos privarmos de uma série de coisas boas. Parece que o sofrimento sabe bem. Primeira coisa, não nos devemos privar de sair. Devemos ser enérgicos e não deixar de ir a sítios que gostámos. Se à primeira vista, parece não haver alguém para convidar, isso que não nos demova na nossa vontade. Como amante de música que sou, juntei o útil ao agradável, saía quase sempre para ir a concertos. Vi imensos e bons. Quando falo em sair, tanto pode ser uma saída deste género, como simplesmente sair para fazer algum exercício. Sim, correr, respirar ar fresco, sentir o corpo mais solto. Por vezes estarmos metidos no quarto dias inteiros, impossibilita-nos de ver que estamos a ceder a uma prisão.
Feita a decisão correcta, há que preparar para o grande dia (sim toca a encarar todos desta forma). Isso obriga a que nos arranjemos mais. Incentiva a uma maior auto-estima, assim como alguma vaidade que também é importante. Um banho fresco, fazer a barba e vamos lá enfrentar o mundo. Sempre é melhor que o tempo perdido em debate com os nossos próprios pensamentos.
Chegados a algum lado, não devemos ter problemas em falar com desconhecidos. Nem que seja cumprimentar alguém, sorrir etc. A atitude arrogante e a raiva contra o mundo que fiquem em casa. Ao estarmos mais abertos aos outros, mais facilmente surgirão novas amizades. O simples facto de se trocar duas frases com alguém, numa paragem de autocarro, já ajuda a que nos sintamos melhor. Ser-se simpático não custa muito.
Para além da nossa disposição quando saímos, algum trabalho pode ser feito em casa. Na internet, participar em fóruns, outras redes sociais como myspace, facebook, etc. pode trazer muitas vantagens. Rapidamente se descobrem pessoas novas com gostos semelhantes aos nossos. Mas atenção, demasiado tempo online e pouco tempo na rua, não é muito saudável. Se uma coisa levar a outra, óptimo.
Em pouco tempo teremos novos grupos de amigos ao nosso lado para enfrentar o futuro. Foi o que me aconteceu. Acabei por conhecer pessoas novas. Até cimentei projectos profissionais com algumas delas. Mesmo que não surjam amizades nos primeiros tempos, de certeza que uma atitude mais positiva vai-nos fazer sentir melhor. Melhorar a forma como nos relacionamos com os outros. Mais sorrisos recebidos, mais alento no coração.

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