Thursday, September 4, 2008

Irei algum dia atingir os meus objectivos?


Provavelmente não. A maior parte das pessoas, quando lhes perguntam quais os objectivos de vida, acabam por referir: ter muito dinheiro, ter uma casa, poder viajar muito etc.

Como algumas dessas conquistas levam bastante tempo a conseguir. As pessoas vão sentindo alguma desilusão. Vivem a pensar no depois, esquecendo-se das pequenas vitórias do dia-a-dia. São essas que nos levam a algo maior. Por essas é que temos de lutar.

É importante saber dar passos pequenos. Pensar bem em cada escolha que fazemos, por mais pequena que seja. Por exemplo, em relação a uma etapa profissional. Não há problema em começar numa posição mais baixa. Trabalhar em algo longe daquilo que sempre quisemos fazer. O importante é que essa escolha seja feita a pensar na palavra “carreira” - etapas que vamos ultrapassando e que visão uma continuidade. Quando se analisa uma carreira, a chegada a um patamar é explicada pelas decisões que a antecederam. Decidirmos trabalhar em qualquer coisa, só para ganhar uns trocos, pode ser bom. No entanto, também pode ser tempo perdido se pensarmos numa perspectiva mais a longo prazo.

O tempo que aperta, a urgência de arranjar um trabalho, pode levar a má decisão. Vale sempre a pena alguma persistência e paciência para minimizar os efeitos negativos das nossas escolhas.

Quando falo em passos pequenos, estes não devem ser dados sem ter em vista algo maior. É importante que todos nós consigamos escrever num papel, 5 objectivos claros para a nossa vida. O que gostaríamos de fazer e o que queremos atingir. Depois de escritos, não devemos perder de vista esses itens.

Volto ao início, até podemos nunca lá chegar, mas pelo menos que caminhemos no bom sentido. Assim aumentam as probabilidades de obter algo que nos faça felizes.

Uma questão importante também, deverá ser: Porque é que eu quero este objectivo? Clarificadas as razões é só seguir o rumo que nos levará a bom-porto. Nunca desistir, para que um dia não acordemos em pleno mar alto, completamente perdidos e com a sensação de vazio.

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